terça-feira, 13 de agosto de 2013

Murça: Cruz Vermelha apoia famílias carenciadas




A Cruz Vermelha de Murça colocou em funcionamento uma viatura onde, para além dos cuidados básicos de saúde, se faz também a distribuição de bens alimentares e roupas às famílias carenciadas do concelho.

Mário Sampaio, presidente de delegação de Murça da Cruz Vermelha, afirmou hoje à agência Lusa que a viatura móvel de saúde, onde segue um enfermeiro, está a percorrer todas as aldeias.

A viatura vai ao encontro da população mais idosa e carenciada do concelho, aquela que vive também mais isolada e possui mais dificuldades em se deslocar.

Nesta unidade, de acordo com o responsável, faz-se um aconselhamento ao nível dos cuidados de saúde básicos, fazem-se ainda medições de tensão, de glicemia ou dão-se conselhos relacionados com a toma da medicação.

As deslocações às aldeias são também aproveitadas, de acordo com Mário Sampaio para fazer "trabalho social", fazendo a distribuição de bens de primeira necessidade.

"Todos os meses fornecemos um cabaz composto por alimentos básicos a essas famílias, assim como também prestamos algum apoio ao nível de vestuário e equipamentos", salientou.

A Cruz Vermelha de Murça está a apoiar cerca de 80 famílias mais carenciadas, as quais foram selecionadas através de uma candidatura feita anualmente.

Mas, ao mesmo tempo que dá, a equipa que segue na viatura faz também a recolha de bens alimentares ou vestuário que as populações doam.

"Temos uma assistente social que muitas vezes também sai com a unidade móvel para fazer trabalho social, nomeadamente verificar as condições das pessoas que estamos a apoiar e recolher dados", frisou.

A Cruz Vermelha efetua ainda empréstimos de equipamentos ortopédicos como camas, andarilhos ou cadeiras de rodas.

"É um projeto que está não só virado para a saúde, mas também para o aspeto social", sublinhou.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Murça.

A nova equipa que está à frente da delegação da Cruz Vermelha, em funções desde o final do ano passado, quis rentabilizar um veículo que foi adquirida pela delegação há cerca de uma década, mas que nunca funcionou.

"O projeto começou em março e já tivemos cerca de 600 visitas à viatura para aferirem da sua saúde ao nível básico", concluiu Mário Sampaio.

Esta semana, a unidade móvel segue para as aldeias da zona da Terra Quente, como Monfebres, Porrais e Sobreira.



Fonte: Agência Lusa, 12-8-2013

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Alijó: Carolina Amélia é a primeira mulher candidata à Câmara Municipal

 
Carolina Amélia foi a candidata escolhida pelo CDS-PP de Alijó para liderar a lista à Câmara Municipal. A mesma, com 52 anos de idade, tem já associado a si um vasto curriculum político. Sendo, ao longo de 20 anos, presidente da junta de freguesia de Vila Verde (Alijó), e deputada na assembleia municipal, na qual foi eleita para a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, representando os presidentes de junta ao congresso da Anafre.
 
 
 



Empresária de sucesso, Carolina Amélia esteve, no seu percurso profissional, ligada à área da saúde, exercendo funções na extensão de Balsa, Pópulo e Chã, bem como nos últimos anos no Gabinete de Saúde Pública de Alijó.

As linhas mestres da sua campanha eleitoral assentam, essencialmente, “no resgatar do PDM, descida dos impostos municipais, nomeadamente o IMI, IMT, a Derrama e todas as taxas municipais em vigor, procurando reduzir em 50% os custos de contexto”. Carolina Amélia pretende dar um grande impulso à região de Alijó através do desenvolvimento económico e social, ambicionando ajudar a criação de empresas e de emprego.

No âmbito da saúde o desejo estipulado pela candidata, passa pela criação de uma unidade de Saúde Móvel, com profissionais especializados para se deslocarem as freguesias, a fim de consultarem as pessoas que precisam de cuidados médicos.

Por último, referir que é a primeira vez, em Alijó, que uma mulher é candidata à Câmara Municipal, algo que nunca tinha acontecido.
 
 
 
Texto in Notícias de Vila Real
Imagem in Google

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Alijó: Vilar de Maçada em choque com morte de Andrea Rebelo estudante portuguesa em Nova Iorque



«A população de Vilar de Maçada, no concelho duriense de Alijó, ficou em estado de choque após tomar conhecimento da morte de Andrea Rebelo, filha de emigrantes portugueses, que foi morta a tiro na madrugada de sábado em Nova Iorque.



- Andrea Rebelo -



Tanto Andrea Rebelo como a irmã gémea, Jéssica, vinham passar férias no verão à aldeia, terra natal do pai, Fernando Rebelo (a mãe, Nela, é de Fafe).

"Elas eram umas raparigas lindas e, apesar de serem americanas, aqui diziam sempre que eram portuguesas", adiantou, ao JN, Eduarda Sampaio, vereadora da Câmara de Alijó.

"O pai também é muito bom rapaz. A vida estava a correr-lhe muito bem nos Estados Unidos", acrescentou a autarca, que fala dele como "muito amigo de colaborar com a terra", de onde também é natural o ex-primeiro-ministro José Sócrates. A última vinda a Vilar de Maçada ocorreu há cerca de dois meses.

É por isso que "toda a gente tem chorado muito por estar muito chocada com esta tragédia", acentuou Eduarda Sampaio.

A jovem de 21 anos estudava relações públicas na universidade Hofstra e partilhava uma habitação com a irmã e outros dois colegas, perto do campus universitário.

Baleada por polícia

Na madrugada de sábado, quando as irmãs regressaram a casa com um colega, um homem com uma máscara de esqui e de arma na mão introduziu-se na residência. Após momentos de tensão, conseguiram convencê-lo a deixar uma das companheiras de casa das gémeas a sair para levantar dinheiro. Esta deu o alerta, mas, quando as autoridades chegaram à habitação, o assaltante acabou por usar Andrea como escudo.

De acordo com a imprensa norte-americana, a lusodescendente foi vítima de "fogo amigo"disparado por um polícia do Condado de Nassau. O agente, com 20 anos de serviço e condecorado, terá disparado oito tiros, sete deles mataram o assaltante, o oitavo atingiu a vítima na cabeça.

As impressões digitais identificaram o assaltante: Dalton Smith, de 30 anos. Tinha saído da prisão em abril após ter cumprido uma pena de oito anos por assalto à mão armada. Mas estava novamente a ser procurado pela polícia, por ter violado a liberdade condicional.

Segundo a agência Lusa, o funeral da jovem realiza-se na quarta-feira, com uma missa celebrada em português. O cortejo segue depois para o cemitério de Sleepy Hollow, perto de Westchester, onde vive a família.

As gémeas andavam sempre juntas. Pareceriam "velcro" disse uma das amigas, Michelle, ao "New York Post". Já a diretora da escola secundária que frequentou destacou a sua "devoção à família" e o seu sentido de responsabilidade.»



in JN online, 20-5-2013

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Alijó: Pousada Barão de Forrester colocada à venda por um milhão de euros

 
«A Empresa Nacional de Turismo colocou à venda o imóvel da Pousada Barão de Forrester, em Alijó, por um preço de referência de cerca de um milhão de euros, segundo um aviso publicado num jornal nacional.
 
De acordo com o aviso, publicado na edição de domingo do JN, as propostas dos interessados deverão ser apresentadas até 28 de dezembro por carta e o pagamento deverá ser feito, preferencialmente, a pronto.

A pousada duriense estava a ser explorada pelo Grupo Pestana, que fechou a unidade hoteleira a 5 de novembro.

Nos últimos anos era norma do grupo fechar a Pousada Barão de Forrester no período de inverno, época baixa para o turismo no Douro, reabrindo entre março e abril.

Desta vez, a agência Lusa tentou confirmar junto do Grupo a data de reabertura do espaço, mas não obtido qualquer resposta até ao momento.

Entretanto, a autarquia de Alijó, alertou, em comunicado, para a possibilidade desta unidade "encerrar definitivamente", podendo vir a ser devolvida à ENATUR, uma situação que foi agora confirmada com este aviso.

O presidente da câmara, Artur Cascarejo, lamentou o encerramento da pousada e referiu que o município fez tudo que estava ao seu alcance para que a atividade não fosse descontinuada.

No entanto, referiu que a decisão do Grupo Pestana é definitiva, esperando agora que apareçam, em breve, interessados na aquisição do imóvel.

A Barão de Forrester continua com a marca Pousadas de Portugal, que poderá ser concessionada pelo Grupo Pestana a eventuais interessados no edifício.

Artur Cascarejo referiu ainda que os esforços da autarquia permitiram que a Pousada da Juventude de Alijó permaneça aberta neste inverno, já que a vontade do Instituto Português do Desporto e Juventude ia no sentido de encerrar entre dezembro e março.

Para o efeito, o município terá que comparticipar com uma verba de 16 mil euros, a qual, segundo o presidente, vai ajudar a manter a pousada da juventude de portas abertas e a manter também os seis postos de trabalho.

A Pousada da Juventude de Alijó foi inaugurada em 2008 pelo então primeiro-ministro, José Sócrates, depois de um investimento de 1,9 milhões de euros, disponibilizando 68 camas, distribuídas por 14 quartos duplos com casa de banho e 10 quartos múltiplos com quatro camas cada.

Artur Cascarejo salientou que as pousadas Barão de Forrester e a da Juventude "são as duas únicas infraestruturas do género no Douro", respondendo a dois tipos de mercado completamente diferentes.»



in JN online, 27-11-2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Alijó: Câmara e Juntas contestam extinção de cinco freguesias proposta pela Unidade Técnica

«A Câmara e as Juntas de Alijó vão contestar a extinção de cinco freguesias proposta para o concelho pela Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT), anunciou hoje o presidente do município.

Os autarcas daquele concelho duriense estiveram reunidos na quarta-feira para tomarem uma posição sobre a reorganização administrativa proposta pela UTRAT, depois da Assembleia Municipal ter defendido a manutenção das 19 freguesias.

O presidente da Câmara de Alijó, o socialista Artur Cascarejo, disse à agência Lusa que os autarcas reafirmaram, por unanimidade, "oposição a esta reorganização do território".

"Porque ela é imposta de cima para baixo, põe em causa a coesão territorial e porque o fim de uma freguesia é o princípio do fim deste mesmo território e das suas populações", salientou.

Artur Cascarejo salientou que não aceita que "em Portugal haja pessoas ou territórios dispensáveis ou descartáveis".

"Repudiamos e vamos combater esta proposta do ponto de vista político e jurídico, associando-nos a todas as atitudes que já foram adotadas nesta matéria", sublinhou.

O edil afirmou que, em cima da mesa, poderá estar o recurso aos tribunais.

Antes, Alijó vai esperar pela pronúncia do Tribunal Constitucional sobre a constitucionalidade da lei n.º 22/2012, que aprova o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica.

O pedido de inconstitucionalidade da lei foi suscitado pela Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE).

"Caso esta questão da inconstitucionalidade evolua favoravelmente temos o problema resolvido, caso contrário ponderamos, nós próprios, fazer uma contestação jurídica", frisou.

O distrito de Vila Real perde, para já, 67 das 268 freguesias.

De acordo com o documento da UTRAT, ainda se aguarda uma nova proposta por parte da Assembleia Municipal de Peso da Régua (PSD), que tinha votado pela fusão de uma freguesia, passando de 12 para 11.

Quatro dos 14 concelhos do distrito não apresentaram propostas, nomeadamente Alijó (PS), Murça (PS), Ribeira de Pena (PSD/CDS-PP) e Santa Marta de Penaguião (PS).

Por isso mesmo, a unidade propôs a redução de cinco freguesias em Alijó, duas em Murça, duas em Ribeira de Pena e três em Santa Marta de Penaguião.

Em todos os outros concelhos, a UTRAT aprovou os pareceres que lhe chegaram das assembleias municipais.

Boticas (PSD) perde seis freguesias, Chaves (PSD) 12, Mesão Frio (PS) duas, Mondim de Basto (PS) duas, Montalegre (PS) 10, Sabrosa (PS) três, Valpaços (PSD) seis, Vila Pouca de Aguiar (PSD) quatro e Vila Real (PSD) 10.»



in Porto Canal online, 15-11-2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Alijó: Pousada do Barão de Forrester em risco de encerrar

 
 
Na reunião da Câmara Municipal de Alijó foi apresentada uma carta do Grupo Pestana Pousadas, S.A, dando conhecimento de que, no contexto da actual suspensão da actividade da Pousada do Barão de Forrester por razões de sazonalidade (a exemplo do sucedido em anos anteriores), o grupo está a equacionar a possibilidade de encerramento definitivo do estabelecimento e a sua devolução à ENATUR.
 
 



Não obstante não existir ainda uma posição definitiva sobre este tema, o que é realçado pelo Grupo Pestana, não se pode ignorar a séria probabilidade do estabelecimento deixar de funcionar como Pousada.

Para o Município de Alijó, a opção de a Pousada do Barão de Forrester deixar de funcionar é totalmente inaceitável, tendo assumido, desde já, esgotar todos os mecanismos ao seu dispor, para que a actividade da Pousada não seja descontinuada.

Deve realçar-se que a Pousada do Barão de Forrester é a única Pousada da Rede de Pousadas de Portugal na Região Demarcada do Douro, apresentando boas taxas de ocupação e revelando-se de importância estratégica no Turismo do Douro.

Em reunião de Câmara, o Executivo decidiu, para já e de imediato, solicitar com carácter de urgência reuniões com as Administrações do Grupo Pestana Pousadas, S.A, e da ENATUR, para análise desta importante questão.




Texto in Notícias de Vila Real, 12-11-2012
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